Soletras gesto a gesto cada carinho,
- como é pequeno e irrisório o tempo!
E tuas leis, mais altas que a antiga alegria de sorrir,
com os braços cruzados em desalinho
dizem do teu olhar perdido pelos confins do silêncio, de repente.
O céu desfez-se em terra desmoronando,
A casa fria das nossas lembranças
tem as portas abertas à espera de que entres.
Chove sobre a palidez da noite,
chuva triste e incontida
de pai, mãe, filha, amor rubro.
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