Quando estaremos livres da disciplina e do medo de nos machucar, do medo de viver, do medo do nosso anseio de ser livre?
Até quando as regras da sociedade nos serão caras, mesmo sabendo quanta hipocrisia há? Mesmo sabendo que há meninos de rua (menino não precisa de locução adjetiva); mesmo sabendo da fome abstrata do país inteiro e dos famintos que não têm o que comer?!
Até quando o salário do crime será a impunidade e os milhões que alimentam a cultura de que “aqui no Brasil tudo acontece, tudo é normal”?
Quando é que seremos do samba, sem os jornais de amanhã e os mortos nas estatísticas dos acidentes de trânsito?
Quando o amor vai ser mais importante que o trabalho?
Quando ficaremos nos cais sentindo o vento bater em nosso rosto sem nos preocuparmos com o mundo que virá para nossos filhos, sem respirar fumaça e capitalismo?
Quando é que seremos menos covardes e aprenderemos a fazer o que for preciso?...
Quando talvez um dia converter-se em um sorriso
E o valor do homem for incalculável.
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